domingo, 18 de abril de 2010

A Lua Nova Arte Bar


Apresenta:

O Candieiro Incendiário,

Letícia Cruz (Canto, violão e dança)
Pablo Campregher (Canto, violão e flauta doce)
Fernando Cestari (Percussão e coro)
Priscila Rodrigues (Canto e dança)
Carlos Galdino (Poesia e coro)
Jaime Mattos (Percussão, dança e coro)
Rogério Guardiano (Percussão)

O grupo mistura, cocos, emboladas, cordéis, MPB, e teatro, costurando tudo em um dialogo de linguagens harmonioso e ritimado, subirá ao palco do Lua Nova, e na apresentação, musicas do cd que está em fase de produção, vale a pena ouvir e ver!

Visite: http://candieiroincendiario.blogspot.com/

Serviço:

QUANDO: 01 de maio

Hora 21h00min hs

Entrada R$ 10,00

R. Conselheiro Carrão, 451 - Bela Vista - São Paulo - SP (Esquina com a Treze de Maio) informações:

Tel.: (11) 3284-3350 - 32631015-gallldino@hotmail.com

 

sexta-feira, 5 de março de 2010

O Lua Nova Arte Bar


Apresenta:

Carlos Galdino e o Candieiro Incendiário,

O grupo que mistura, cocos, emboladas, cordéis, MPB, e teatro, costurando tudo em um dialogo de linguagens harmonioso e ritimado, subirá ao palco do Lua Nova, e na apresentação, musicas do cd que está em fase de produção, vale a pena ouvir e ver!

Visite: http://candieiroincendiario.blogspot.com/

Serviço:

QUANDO: 19 de Março

Hora 21 hs

Entrada R$ 7,00

R. Conselheiro Carrão, 451 - Bela Vista - São Paulo - SP (Esquina com a Treze de Maio)

Tel.: (11) 3284-3350

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Referencias Bibliograficas

O mito urbano de que os esquimós têm 50 palavras para neve é desmistificado no livro de Geoffrey Pullum The Great Eskimo Vocabulary Hoax and Other Irreverent Essays on the Study of Language (1991, University of Chicago Press, ISBN 0-226-68534-9), inédito em Portugal.


Alan Swingewood, 1977: The Myth of Mass Culture, London: Macmillan (tradução brasileira: O mito da cultura de massa, Rio de Janeiro, Interciência, 1978).

BARROS, Antonio Evaldo Almeida. 2007. O Pantheon Encantado: Culturas e Heranças Étnicas na Formação de Identidade Maranhense (1937-65). Dissertação de Mestrado em Estudos Étnicos e Africanos. Salvador: PÓS-AFRO/CEAO/UFBA.

Estudos contemporâneos

 Vestígios da teoria da indústria da cultura

Surge com a chegada da burguesia ao poder em alguns países capitalistas, como foi o caso dos EUA e Inglaterra. O modelo capitalista de cultura procurou meios para lucrar com uma cultura que ultrapassasse as fronteiras e atingisse o mundo, isso com a ajuda da tecnologia em franco desenvolvimento (imprensa, rádio, televisão, cinema), impondo assim uma cultura massificada para diversos povos com culturas distintas.

A evolução progressiva

Uma terceira teoria acerca da cultura popular, influenciada pela ideologia liberal pluralista, é denominada frequentemente por evolucionismo progressivo e é mais optismista. Encara a economia capitalista como a criação de oportunidades para que qualquer indivíduo possa participar numa cultura completamente democratizada pela educação em massa, expansão do tempo de lazer e álbuns de música e livros baratos. Nesta visão, a cultura popular não ameaça a alta cultura, sendo uma expressão autêntica das necessidades do povo. Como escreve Swingewood (1977), neste caso não existe a questão da dominação da cultura.

A indústria da cultura

À primeira vista, diametralmente oposta à teoria aristocrática, a teoria da indústria da cultura foi desenvolvida pelos teóricos da Escola de Frankfurt, tais como Theodor W. Adorno, Max Horkheimer e Herbert Marcuse. Segundo estes autores, as massas são dominadas por uma indústria de cultura que obedece somente à lógica do capitalismo

Teorias Tradicionais

 A sociedade de massas
A sociedade de massas formou-se durante o processo da industrialização do século XIX, através da especialização em tarefas, a organização industrial em larga escala, a concentração de populações urbanas, a centralização crescente do poder de decisão, o desenvolvimento de um complexo sistema de comunicação internacional e o crescimento dos movimentos políticos das massas.



Alan Swingewood escreveu em O Mito da Cultura de Massa (1977) que a teoria aristocrática da sociedade de massas está ligada à crise moral causada pelo enfraquecimento dos centros tradicionais de autoridade, como a família e a religião. A sociedade prevista por Ortega y Gasset, T. S. Eliot e outros autores é uma dominada por massas filistinas, sem centros ou hierarquias de autoridade moral ou cultural. Nesse tipo de sociedade, a arte só consegue sobreviver se conseguir cortar as suas ligações com as massas, refugiando-se nos valores ameaçados. Ao longo do século XX, este tipo de teoria foi utilizada para distinguir a arte autónoma, pura e desinteressada da cultura de massa comercializada.